30 de novembro de 2009

Um livro que me marcou... [2]

Rui Infante, 10º CT2
O livro que mais me marcou até hoje foi O Príncipe de Fogo, de Daniel Silva, porque me inseriu num novo tipo de leitura, de factos reais mais sérios.
Também me abriu os olhos para o terrorismo mundial, principalmente em Israel e na Palestina, onde há muitas pessoas a morrerem diariamente em atentados. Tanto eu, como a maioria das pessoas em Portugal, devemo-nos considerar sortudos pelo nosso país não ter esse tipo de problemas.
Além disso, também me marcou porque a história é fenomenal, é um livro que é difícil de largar!

26 de novembro de 2009

O Crepúsculo...Crítica

por
Ana Duarte, nº1, 10ºCT2

Crepúsculo (Twiligt, na versão original) é um filme que, em 2008, foi adaptado para o cinema por Melissa Resenberg do primeiro livro da saga Luz e Escuridão (são, ao todo, quatro: Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, de Stephanie Meyer. Esta saga, relata a forma como coabitam humanos e vampiros e o amor entre estas duas espécies.
O filme relata-nos o momento em que Isabella Swan (ou Bella) se muda para Forks, para junto do pai. Na nova escola, é bem recebida por todos, excepto por um rapaz, Edward Cullen, que exerce um poderosíssimo fascínio sobre ela.
Semanas volvidas e, aos terem criado uma espécie de amizade, apercebendo-se da sua excentricidade, Bella confronta-o, questionando-o sobre as suas atitudes, sem obter resposta. Fazendo uma pesquisa no motor de busca Google, descobre, revendo todas as suas características (muita velocidade e força, pele fria, olhos que mudam de cor e não tem necessidade de se alimentar), que Edward é um vampiro. Voltando a conversar, este conta-lhe que a sua família é uma espécie de “vampiros vegetarianos”, ou seja, bebem apenas sangue animal e não humano. A partir de então, vivem o amor que sentem um pelo outro e enfrentam os obstáculos que se lhe põem, como vampiros que anseiam pelo sangue de Bella.
No filme, Bella Swan e Edward Cullen são interpretados, brilhantemente, por Kristen Stwart e Robert Pattinson, respectivamente. Tal como os actores, a banda sonora e os espaços onde decorre a acção foram muitíssimo bem escolhidos, criando um ambiente de misticismo que envolve os espectadores, como se estes fossem também personagens participantes na história.
Ao ver este filme, apercebi-me de que as críticas positivas que ouvira sobre o mesmo tinham fundamento. É, sem dúvida, um filme a que vale a pena assistir. Afinal, Crepúsculo foi um êxito entre os jovens e trouxe de novo à baila as histórias vampirescas…

24 de novembro de 2009

Semana C&T


Na entrada da biblioteca podes assistir à projecção de imagens que dão uma ideia da evolução da astronomia desde os primórdios da humanidade.

22 de novembro de 2009

Agora sim...


Depois de quase uma semana de ausência regressamos de uma conferência subordinada ao tema" Bibliotecas e Leituras" que decorreu entre 18 e 21 de Novembro, em Évora. A conferência decorreu num momento em que as bibliotecas se veêm confrontadas com a necessidade de promoverem o desenvolvimento de competências de leitura e tornar o livro, qual bem precioso, acessível a todos e, simultaneamente, terem a ousadia de aceitar novas práticas, novos suportes da informação.
Os desafios estão aí e não podem ser nem adiados ou ignorados.
A biblioteca 2.0 suportada pelo avanço das novas tecnologias e assente nas redes sociais assume-se a cada dia que passa. Às bibliotecas vai [já está] ser exigido que mudem estratégias, repensem procedimentos e adoptem posturas pró-activas se não quiserem ver os seus potenciais utilizadores, todos nós, relegá-las para segundo plano, o que seria catastrófico.
No final da conferência prevaleceu a ideia forte da vontade e do empenho em mudar e adoptou, simbolicamente, como mote, a canção que acompanha este post.

16 de novembro de 2009

Um livro que me marcou...dois testemunhos

Um dos livros cuja leitura mais me fascinou foi O Código Da Vinci. Partindo de uma investigação histórica, Dan Brown construiu um livro a que poucos resistem pela aventura, pela intriga e pelo “suspense”. Imprevisível e surpreendente a cada passo, os capítulos curtos e eficazes, prendem-nos até ao final. O autor mexe com o nosso imaginário, ao cruzar anagramas, em ritmo cinematográfico, personagens bíblicos, sociedades secretas e história da arte. Um livro absolutamente fantástico!

Diogo Miguel Domingues Cerdeira, Nº6, 10ºLH1

Um livro, para me impressionar de verdade,tem que ter ligação directa para o meu coração, ou seja, tem que nos fazer pensar e encarnar as personagens para “as sentirmos”. A filha da minha melhor amiga é sem dúvida o livro que mais marcou a minha vida. Retrata tão bem o valor da amizade, pondo à prova o quanto nós damos para alimentar esse amor. O livro tem, na minha opinião, uma envolvência tal que o destaco de todos os livros que já li. Um pedido irrecusável que a nossa melhor amiga nos pôs entre mãos e que temos, quase obrigatoriamente, de concretizar.

Ana de Melo Bento de Matos,10ºLH1 – N.º17

11 de novembro de 2009

Notícias felizes [1]...no mundo do 7ºB

Marte co(n)vida
Primeira família a residir em Marte

O cientista português Armando José descobriu no verão de 2008 um cofre, no Egipto, onde se encontraram uns documentos de um outro cientista já falecido…
No meio dos documentos estava uma cassete de vídeo muito antiga que continha um filme que lhe revelou algo extraordinário: existe vida em Marte. O cientista ainda pensou que se tratava de uma piada de mau gosto e chamou os colegas, mas depois de analisarem bem, constataram que realmente era verdade.
Os cientistas ficaram admiradíssimos, pois Marte estava cheio de árvores, rios e animais.
A família do cientista já falecido estava a viver numa casa de gelatina, com coisas extraordinárias, como por exemplo: as colheres feitas de folhas de árvore, os copos de flores, os garfos eram feitos de ramadas, até os pratos eram feitos de um tronco de árvore…
Os cientistas decidiram manter o segredo durante algum tempo, mas agora acabou por se revelar e já se prepararam novas expedições a Marte.

texto de:
Juliana Dias – nº 12 – 7ºB
Sara Couto – nº 19 – 7ºB

10 de novembro de 2009

Não Tenhas Medo do Escuro


de Gabriel Magalhães
por Carolina Fidalgo, 12º CT1

“Não tenhas medo do escuro”. Estas são as palavras que Edite, a protagonista desta obra, sussurra para si própria antes de adormecer. Para além disso, são também as palavras com que o autor nos propõe o desafio de ler este livro que mais que expor uma história, também nos propõe uma reflexão em relação ao sentido da vida e ao medo de viver.
O relato inicia-se quando o irmão de Edite recebe uma chamada para o informar de que a sua irmã está internada no Instituto Português de Oncologia e muito doente devido a um cancro. Após alguns dias, a mesma acaba por falecer. Contudo, após uma série de vários acontecimentos inexplicáveis, o cadáver de Edite desaparece e volta a aparecer um dia depois, em Amarante, com um livro de ponto sob as mãos.
Para que o leitor possa desvendar o enigma, o narrador torna-se a própria Edite, iniciando o seu relato a partir do momento em que descobre que sofre de cancro e que decide passar os seus últimos tempos de vida como professora de Português na Escola Secundária de Amarante.
O livro retrata assim os seus últimos meses de vida e revela ao leitor como é que Edite descobre que a sua vida valeu, de facto, a pena, graças às aulas que dá aos seus alunos e graças a dois homens que conhece e que a ajudam a encontrar o significado da sua vida, ainda que haja uma sombra que é a representação de todos os seus medos e arrependimentos a persegui-la constantemente.
Para além de debater valores morais e o que realmente é importante para a vida, este livro é um tributo à literatura, particularmente a literatura portuguesa. É defendido neste livro que a arte é, em grande parte, o que dá beleza às coisas, e que “A arte, a literatura é espreitar a eternidade.”
E tal como o autor nos desafia, desafio eu agora também: não tenham medo do escuro, enfrentem-no, lendo este livro de Gabriel Magalhães que porá à prova todas as ideologias sobre a vida e a morte que temos como estabelecidas.


Gabriel Magalhães é professor de Literatura na UBI. Não tenhas medo do escuro é o seu primeiro romance, pelo qual recebeu o Prémio de Revelação pela Associação Portuguesa de Escritores.

9 de novembro de 2009

Lá fora... a educação [2]

O Jornal Público de 9 de Novembro de 2009 dá-nos conta do caso de um professor, David Lopez, que aconpanha seis crianças em idade escolar.
Nada de muito relevante, dirão alguns. Acontece que estas seis crianças pertencem ao circo Richard Bros e de 2ª a 6ª feira, às 9 horas, encontram-se na roulote onde funcionam as aulas.
As condições são em tudo semelhantes à de uma sala de aulas tradicional com a exigência adicional, imposta pelo governo espanhol, de possuir ar condicionado.
O professor, que acompanha o percurso do circo e vive numa caravana atrelada ao seu carro, vê-se confrontado com os mesmos problemas de todos os professores pois tem que lidar com algum desinteresse dos alunos pelas actividades escolares ou com a dificuldade de realizarem os trabalhos escolares quando o seu centro de interesse é outro, o mundo do circo!
David Lopez gosta do que faz e luta por um ideal: " Estas crianças também têm direito à educação."

7 de novembro de 2009

Falando de Museus... [1]

Iniciamos este roteiro: Falando de Museus – pelo Museu da Geodesia.

Na Serra da Melriça, também conhecida por Picôto da Melriça, fica localizado o Centro Geodésico de Portugal Continental, ou seja, o marco geodésico padrão a partir do qual se deu início à marcação dos restantes vértices geodésicos [talefes, em linguagem popular].
Precisamente no cume desta serra e resultado de um acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Vila de Rei e o Instituto Geográfico Português, podemos encontra o Museu da Geodesia.
Dotado de uma sala de exposição temática e de um pequeno auditório nele podemos encontrar os episódios mais marcantes da evolução da cartografia do século XIX, para além de um conjunto diversificado de instrumentos de medida e de fotografias aéreas.

Horário:Quarta a Domingo;
Manhã: 9.00h - 12.30h;
Tarde: 14.00h - 17.00h.
Encerra 2ª feira, 3ª Feira e feriados

1 de novembro de 2009

O primeiro filme de desenhos animados...

Foi há 101 anos que surgiu a projecção pública do primeiro filme de desenhos animados:"Fantasmagorie", de Emile Cohl.
São menos de dois minutos de duração nos quais vão surgindo várias personagens e traços simples que ganham vida!
Cohl apresenta um simpático personagem que depois de destroçar o enorme chapéu da senhora que se senta à sua frente, impedindo-lhe a visão, sofre uma série de peripécias entre as quais o confronto com uma garrafa de champanhe…

Ajuda - construção de resumos

Mapa de conceitos - Guião para construção [dez 2015]

Apoio à literacia [revisto em setembro 2015]