No dia das bibliotecas... com H. C. Andersen

Falar de Hans Christian Andersen [1805-1875], escritor dinamarquês cuja obra literário está traduzida para mais de uma centena de línguas, é falar de contos infantis pese o facto do escritor ser, também, autor de romances, livros de poemas e relatos de viagens.
[...] Era um homem magríssimo, muito alto, suavemente sonhador, esquisito como diz o povo, de olhos meio fechados, expressão alegre e… tinha um quê de sublime. [...]http://purl.pt/768/1/contista-anderson.html.
Não teve uma infância fácil mas apesar das dificuldades aprendeu a ler desde muito cedo. Encantava-o ouvir histórias.
As dificuldades porque passou e as gritantes desigualdades sociais que caracterizavam a sociedade em que cresceu influenciaram de forma decisiva o seu modo de escrever. Essa experiência de vida marcará o seu estilo de escrita e contribuirá para a presença permanente da indicação, nos seus contos, de comportamentos reprováveis; simultaneamente um grito de alerta para a importância das relações humanas se basearem na igualdade de direitos.
São muitos os contos que povoam o imaginário de crianças de todo o mundo e disso são exemplo: "O patinho feio", "O soldadinho de chumbo", “A princesa e a ervilha”,”Os sapatinhos vermelhos”,"A menina dos fósforos"…
Em boa hora mereceu este autor a atenção do projecto “Maletas de Leitura” pois, a apresentação de ”Viajando com Andersen”, pelas alunas do Curso Profissional de Acção Psicossocial, foi ontem o momento alto da manhã na biblioteca, o momento que escolhemos para assinaler o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares.
Duas turmas do 7º ano ouviram contar algumas das histórias que fazem parte do imaginário infantil de muitas gerações.
Ouviram cada uma das histórias e sentiram a força das palavras.

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