Cura de Alzheimer mais próxima?

Ao que parece as pessoas que têm o bom hábito de praticar atividades cognitivamente estimulantes como a leitura de livros e jornais ou escrita, têm menores níveis de beta-amilóide, péptido [peptídeo] associado à doença de Alzheimer.
Pelo menos é o que revela um estudo publicado na revista Archives of Neurology. De acordo com Susan Landau, uma das co-autoras do estudo e pesquisadora no Instituto de Neurociência Helen Wills, da Universidade da Califórnia, Berkeley “…staying cognitively active over the lifetime may reduce the risk of Alzheimer's by preventing the accumulation of Alzheimer's-related pathology.”
Este estudo que envolveu 65 adultos, com idades superiores a 60 anos, vem ao encontro de investigações anteriores que tinham concluído que a realização de atividades cognitivas poderia contribuir para evitar o Alzheimer na idade adulta. Releva que os dados agora recolhidos, ao identificarem a proteína, podem ajudar a desenvolver novas estratégias para tratamento da doença.
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta principalmente os adultos de idade avançada. Em Portugal estima-se que existam cerca de 90 000 casos de doença de Alzheimer que tendem a aumentar devido ao envelhecimento da população.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A importância de ciência no mundo atual